Descubra quais são as tendências de relacionamentos para 2026

DS stories/Pexels

O ano de 2026 promete uma releitura sobre o modo como nos conectamos, vivemos o amor e construímos relações. Comportamentos afetivos estão mudando rapidamente, impulsionados por novas tecnologias, pela busca por autenticidade e pela redefinição do que significa se relacionar

ATC Comm Photo/Pexels

Para entender o novo cenário, reunimos as principais tendências apontadas por aplicativos do setor: Happn, Tinder e Gleeden, que revelam como os solteiros (e não tão solteiros assim) devem navegar o universo dos encontros no próximo ano

Mohit Suthar/Pexels

Dados divulgados pela Happn demonstram que, no Brasil, 38% dos solteiros expressam uma "esperança renovada" no amor, embora 58% digam preferir se manter realistas

Pixabay

Ainda segundo a empresa, os solteiros já cansaram da "cultura da ficada" e dos sinais confusos, optando por se reconectar com uma forma de romance mais sincera. Esta tendência é sobre reinventar o futuro dos relacionamentos com um romantismo lúcido

cottonbro studio/Pexels

Já para o Tinder, os jovens solteiros chegarão a 2026 mais abertos do que nunca: escolherão a honestidade, se reconhecerão emocionalmente disponíveis e deixarão para trás os sinais contraditórios. O drama sai de cena, dando lugar à transparência nas intenções

cottonbro studio/Pexels

De acordo com o aplicativo, a maioria dos usuários considera que o elemento mais urgente nos encontros hoje é a abertura emocional: 64% acreditam que estar disponível afetivamente faz toda a diferença

Katerina Holmes/Pexels

Para 60%, deixar claro o que se busca — seja algo sério, casual ou apenas conhecer gente nova — é essencial para evitar ruídos. O foco na autenticidade se reflete em outro dado: 73% dizem reconhecer o interesse por alguém quando percebem que conseguem ser totalmente eles mesmos 

cottonbro studio/Pexels

A tecnologia também entra em cena nessa nova dinâmica. Nada menos que 76% afirmam que recorreriam à inteligência artificial para melhorar sua experiência nos apps

cottonbro studio/Pexels

Já o Gleeden realizou um estudo entre usuários do Brasil e da Espanha e encontrou resultados muito próximos entre os dois países. A maioria, 64%, ainda não vê a inteligência artificial como um espaço mais fácil para expressar emoções do que uma conversa humana

Freepick