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A qualidade do ar que respiramos é única em cada ambiente, variando até mesmo de uma residência para a outra
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Isso ocorre porque o ar interno possui uma espécie de assinatura química exclusiva, composta por gases, partículas e microrganismos emitidos por seus habitantes — incluindo os animais de estimação
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Um recente estudo publicado na revista Environmental Science & Technology, no início do mês, quantificou como os cães influenciam esse ecossistema invisível através de atividades cotidianas, como respirar, brincar ou simplesmente se sacudir
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Segundo o estudo, humanos e cães apresentam níveis de emissão de CO2 muito semelhantes. Já a movimentação dos cães libera grandes quantidades de poeira, pólen e detritos
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Os sensores detectaram que cães de grande porte emitem de duas a quatro vezes mais microrganismos do que os humanos. Embora os cães sejam os principais "poluidores" biológicos do ambiente doméstico, isso não é necessariamente negativo
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Segundo Dusan Licina, líder do estudo, essa diversidade microbiana pode ser benéfica para o fortalecimento do sistema imunológico, especialmente em crianças
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