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O Senado Federal aprovou um projeto de lei que autoriza a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de separação de casais. Em conversa com a CNN, especialistas apontam que a divisão da convivência com o pet envolve impactos emocionais tanto para os bichinhos quanto para os tutores envolvidos
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Segundo a médica veterinária Vanessa Mesquita, os animais podem, sim, sentir a ausência de pelo menos um dos tutores. “Eles criam vínculos fortes, especialmente quando há uma rotina estabelecida com determinada pessoa”, afirma
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O especialista em comportamento animal Cleber Santos reforça que os pets constroem vínculos principalmente com quem está mais presente no dia a dia. “O animal aprende por repetição. Ele tende a se apegar mais a quem alimenta, passeia e interage com frequência”
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A adaptação à guarda compartilhada varia entre espécies. Cães, de modo geral, lidam melhor com mudanças, enquanto gatos tendem a sofrer mais com alterações no ambiente
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Para minimizar os impactos, especialistas recomendam manter o máximo de consistência possível entre as duas casas. Isso inclui horários, alimentação, regras e até objetos como cama e brinquedos
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Ainda, filhotes costumam se adaptar com mais facilidade, enquanto animais idosos demandam mais cautela. “Pets mais velhos já têm uma rotina muito consolidada, e mudanças podem afetar não só o comportamento, mas também a saúde física”, explica a veterinária
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A guarda compartilhada pode, em alguns casos, ajudar na adaptação emocional, ao evitar uma ruptura abrupta. No entanto, é fundamental não confundir o vínculo com o animal, para manter vínculos com ex-parceiro para além do necessário
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