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O “mouth taping”, prática que consiste em fechar os lábios com uma fita durante a noite para supostamente melhorar o sono e trazer benefícios estéticos, tornou-se uma rotina de autocuidado glamourizada
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Entre promessas de acordar com a pele mais bonita, a mandíbula mais definida e um despertar radiante, milhares de usuários passaram a replicar o ritual sem questionar sua real eficácia ou seus riscos
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Mas uma pesquisa pode colocar essa tendência em xeque. O estudo, publicado na revista American Journal of Otolaryngology, é uma análise extensa sobre o tema e desmonta grande parte do hype
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Segundo o estudo, a prática se popularizou principalmente após postagens virais e depoimentos empolgados, não por evidências médicas, um alerta sobre como a estética do bem-estar tem guiado comportamentos arriscados
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Nenhum dos estudos demonstra que a prática resulta em melhora da pele, definição facial, fortalecimento da mandíbula, aumento de energia, melhora de humor ou qualquer um dos efeitos amplamente compartilhados nas redes
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Além disso, alguns riscos da prática destacados pelos pesquisadores são: redução da oxigenação durante o sono; sensação de sufocamento; aumento de ansiedade e obstrução de uma via respiratória que deveria permanecer livre
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