Nano Erdozain/Pexels
O leque atravessou séculos de história e ganhou força suficiente para se tornar um dos grandes protagonistas dos eventos de cultura pop, encontrando seu significado mais profundo nas mãos da comunidade LGBTQIA+
Patricia Luquet/Pexels
Adotado como uma ferramenta de comunicação não verbal e símbolo de resistência, o ato de abrir e fechar suas hastes transformou-se em uma linguagem própria de empoderamento
Jimmy Elizarraras/Pexels
Hoje, mais do que uma peça de composição estética ou alívio térmico, o leque carrega a força de um coletivo que, ao ocupá-lo como extensão do corpo, celebra a identidade, a liberdade e o orgulho de pertencer a um espaço conquistado com coragem e visibilidade
RDNE Stock project/Pexels
Segundo informações do Museu da Moda Brasileira, compartilhadas pelo Google Arts & Culture, acredita-se que o leque teve origem na China por volta do século VII, embora já fosse retratado desde a antiguidade em pinturas murais do Egito, Assíria e Pérsia
Talha Resitoglu/Pexels
Nascido como um instrumento utilitário de fazer vento, o item teve sua linguagem social estabelecida definitivamente nas cortes francesas do século XVIII, principalmente no governo dos reis Luis XIV e Luis XV
Yudi Ding/Pexels
Em diversos formatos e materiais luxuosos, o leque tornou-se indispensável no vestuário da sociedade durante o século XIX, sendo considerado forte símbolo de luxo, status e elegância
Israyosoy S/Pexels
Já em terras brasileiras, sua utilização se espalhou no século XIX, com chegada da Família Real Portuguesa. D. João VI foi o responsável pela introdução do costume de leques comemorativos, que estampavam momentos importantes da história do país
Lucretius Mooka/Pexels
Gradualmente, o acessório se transformou em um símbolo importante de identidade na comunidade LGBTQIA+, fortemente atrelado à cultura de boates, festas, drag queens e, essencialmente, à cultura ballroom
Yuriko Salazar Luna/Pexels
Muito além de ser útil para aliviar o calor das pistas de dança, o leque virou item performático, uma vez que o ato de abri-lo e fechá-lo de forma ritmada produz um estalo característico, o famoso "clack", que, além de pontuar os passos coreográficos, também chama a atenção
Inti Tupac Liberman/Pexels
Em 2022, com o lançamento do álbum "Renaissance", Beyoncé trouxe de volta a cultura ballroom ao mainstream. Durante sua turnê, o "tra" síncrono dos leques na performance da música "Heated" era um dos instantes mais aguardados da apresentação
Instagram/Beyoncé
Mais recentemente, o item roubou a cena na apresentação de Lady Gaga no Rio de Janeiro. O acessório novamente virou uma verdadeira extensão da plateia, sendo batido por milhares de fãs em uma demonstração de energia e fervo
Petra Ryan/Pexels