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Quando se trata de entender os traços de personalidade guiados pela data de nascimento, a maioria das pessoas recorre imediatamente aos signos do zodíaco e à astrologia
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No entanto, existe um sistema antigo e enraizado no mundo natural para mapear características humanas: a floriografia. Popularizada durante a Era Vitoriana, no século XIX, essa "linguagem das flores" estabeleceu um dicionário não verbal em que cada espécie carrega um significado profundo
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A relação entre o homem e a sua floração regente reflete mecanismos históricos de sobrevivência e adaptação. As plantas que resistem ao frio extremo, por exemplo, passaram a simbolizar a resiliência humana; já as que desabrocham sob o sol forte representam a paixão e a vitalidade
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No primeiro semestre, janeiro é representado pelo cravo, fevereiro pela violeta, março pelo narciso e abril pela margarida
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Já maio é representado pelo lírio-do-vale, enquanto junho fica a cargo da rosa, uma das espécies mais complexas da botânica. No segundo semestre, julho é representado pelo delfínio, agosto pelo gladíolo, setembro por áster, outubro pela calêndula, novembro pelo crisântemo e dezembro pela poinsétia
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A atribuição de características humanas às plantas é um reflexo do próprio viés cognitivo da humanidade e da biofilia, a necessidade biológica de conexão com a natureza
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