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Para muitos homens, perder cabelo já não é apenas uma questão estética. A queda capilar pode afetar autoestima, confiança e até relações sociais — o que ajuda a explicar por que a busca por tratamento tem começado cada vez mais cedo
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Essa procura por cuidados capilares não se concentra só na cirurgia, mas também em alternativas menos invasivas para conter a queda. Segundo a ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), homens já respondem por 84,7% dos pacientes cirúrgicos no mundo
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No Brasil, esse movimento se reflete no crescimento do mercado de saúde, estética e bem-estar. Segundo a rede Homenz, com 82 clínicas em funcionamento no país, cerca de metade dos atendimentos realizados em suas unidades está relacionada à saúde capilar
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No Brasil, o transplante capilar não exige internação hospitalar, mas precisa ser realizado em clínica com estrutura cirúrgica adequada. A busca não só cresce, como está sendo realizada mais cedo. Os dados do censo de 2025 da ISHRS mostram que 95% dos pacientes que fizeram cirurgia capilar pela primeira vez em 2024 tinham entre 20 e 35 anos
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Para a Angela Helena Perretto, médica e diretora técnica nacional da rede Homenz, a procura por tratamentos capilares deixou de ser movida apenas pela vaidade para se consolidar como uma busca essencial por saúde, autoestima e bem-estar
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Não há um protocolo único para decidir entre tratamento clínico e cirurgia. Isso depende da causa da queda, do estágio da calvície e de uma avaliação médica individual. Por isso, especialistas recomendam diagnóstico profissional antes de iniciar qualquer tratamento, inclusive os não cirúrgicos
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