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Os relacionamentos da Geração Z estão se tornando mais diversos, mas isso não significa que valores como diálogo, respeito e apoio emocional perderam importância
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Isso é o que mostra uma pesquisa realizada pelo InstitutoZ, núcleo de pesquisa da Trope-se, uma consultoria de novas gerações que ajuda marcas a rejuvenescerem suas estratégias de negócios
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Ao investigar como jovens constroem seus vínculos afetivos, o levantamento identificou que o relacionamento aberto é mais de três vezes mais comum entre pessoas LGBTQIA+ (21,7%) do que entre jovens hétero/cis (6,5%), sem que isso reduza a importância atribuída à comunicação e ao cuidado emocional
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A pesquisa também aponta uma maior experiência com formatos menos convencionais de vínculo: 43,6% dos respondentes LGBT+ já passaram por relações indefinidas, contra 24,1% do grupo hétero/cis
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Apesar da maior pluralidade de experiências, os pilares considerados essenciais para uma relação saudável permanecem bastante consistentes. O diálogo aparece como principal prioridade para ambos os grupos, sendo citado por 60,4% dos participantes LGBT+ e por 59% dos hétero/cis
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Entre os jovens LGBT+, no entanto, alguns aspectos ganham peso adicional. O respeito aos limites é considerado fundamental por 47,6% dos respondentes, frente a 39% entre os hétero/cis. Já o apoio emocional aparece para 29,7% do primeiro grupo
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A pesquisa também identificou mudanças importantes na forma como a geração percebe os relacionamentos atualmente. Entre as pessoas LGBT+, 46,5% acreditam que hoje existe mais espaço para conversar sobre sentimentos nas relações, enquanto 33,7% percebem um aumento da honestidade emocional
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Outro aspecto relevante envolve a autonomia individual. Quase metade dos respondentes LGBT+ (48,1%) avalia que as relações se tornaram mais abertas à liberdade pessoal nos últimos anos
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Os resultados sugerem que a construção dos vínculos afetivos passa cada vez mais por negociações explícitas, conversas sobre expectativas e acordos construídos em conjunto, especialmente entre aqueles que não se identificam com modelos tradicionais de relacionamento
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