Mikhail Nilov/Pexels
Em meio à hiperconexão, à correria e ao cansaço emocional que marcaram a vida pós-pandemia, uma tendência ganhou força silenciosamente: transformar a casa em um espaço que acolhe, cura e desacelera
Alina Vilchenko/Pexels
É desse desejo coletivo de suavidade que surge a estética Soft Witch, um movimento que une espiritualidade leve, sensorialidade e simplicidade
Pexels
Como explica a especialista Sunna Taróloga: “o mundo externo está barulhento demais. As pessoas estão exaustas de produtividade, carentes de silêncio e buscando suavidade”
Pexels
Segundo Sunna, o Soft Witch é “a espiritualidade traduzida para uma estética de aconchego”, caracterizada por luz dourada suave, velas, plantas vivas, tecidos naturais e tons lavanda, verde sálvia e rosé
Pexels
A tendência se diferencia de outras estéticas populares. O witchcore, também citado por Sunna, é mais teatral e simbólico, com iconografia forte e elementos associados à bruxa arquetípica
Pexels
A origem é híbrida e multigeracional. Sunna explica que surgiu “da fusão de tradições herbais, práticas da bruxaria verde e elementos da natureza com movimentos contemporâneos como o cottagecore e o mindful living”
Pexels