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Práticas e eficientes, as máquinas lava-louças se tornaram um sonho de consumo para aqueles que lidam com uma rotina corrida, casa cheia ou simplesmente odeiam encarar a pia suja
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De funcionamento automático, o produto promete não só otimizar o tempo, como também garantir uma limpeza mais padronizada dos utensílios. Ainda assim, sua fama acaba afastando uma boa parcela de consumidores no país
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Isso se dá, principalmente, pelo mito do “alto gasto de água e energia” que assombra o aparelho. No entanto, dados mostram que o equipamento pode ser um verdadeiro aliado na economia de água, desde que utilizado da maneira correta
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Segundo um levantamento da Sabesp, lavar a louça durante 15 minutos, com a torneira aberta, pode gastar até 120 litros de água. Para a mesma quantidade, a lava-louças tende a gastar cerca de 10 a 15 litros, reciclando a água durante o processo
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Um dos principais equívocos é enxaguar a louça antes de colocá-la no aparelho, o que pode interferir nos sensores de sujeira presentes em modelos mais modernos e, de quebra, gastar mais água. O ideal é apenas remover o excesso de resíduos sólidos e deixar o trabalho para o equipamento
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A forma como os itens são organizados também faz diferença: sobrecarregar os cestos ou posicionar utensílios de maneira inadequada impede a circulação da água e do detergente, resultando em peças mal lavadas
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Além disso, também é preciso atenção ao uso correto de produtos específicos, como detergente, sal e líquido secante, sempre respeitando as instruções do manual de cada fabricante. A manutenção periódica, com a limpeza de filtros e verificação interna, também é indispensável
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Por fim, para melhor economia e desempenho, o segredo é procurar por modelos com funções econômicas, autolimpantes e de tamanhos que atendam às suas necessidades
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