Whey protein: como escolher o melhor tipo e quando faz sentido consumir

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Antes associado quase exclusivamente ao universo das academias e do fisiculturismo, o whey protein ganhou espaço na rotina de quem busca praticidade para aumentar a ingestão de proteína, complementar a alimentação ou apoiar objetivos ligados à saúde e composição corporal

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Derivado do soro do leite, o whey protein concentra aminoácidos essenciais e costuma ser utilizado para complementar a ingestão de proteína no dia a dia. Além de auxiliar na recuperação muscular, o suplemento também pode favorecer a saciedade e ajudar na preservação da massa magra

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Segundo Laita Babio Moreira, nutricionista clínica, funcional e integrativa da Clínica Vila Plenus, o produto pode fazer sentido para quem tem dificuldade de atingir a ingestão adequada de proteína apenas pela alimentação

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Apesar das diferentes versões disponíveis no mercado, a principal diferença entre os tipos de whey está no nível de processamento, na concentração proteica e na digestibilidade

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O whey protein concentrado costuma passar por menos etapas de filtragem, preservando parte da lactose e da gordura do leite. Em geral, apresenta entre 70% e 80% de proteína por dose e tende a ter melhor custo-benefício

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Já o whey protein isolado passa por uma filtragem mais intensa, o que resulta em maior concentração protéica e redução significativa de lactose e gordura. Por isso, pode ser uma alternativa para pessoas com sensibilidade digestiva, intolerância à lactose ou dietas com controle mais rigoroso de macronutrientes

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No caso do whey protein hidrolisado, a proteína passa por um processo de quebra parcial que facilita digestão e absorção. Em geral, essa versão costuma ser indicada em situações mais específicas, como desconfortos gastrointestinais, protocolos clínicos ou demandas esportivas

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Na hora da compra, olhar apenas a embalagem ou o apelo de marketing pode ser um erro. Especialistas recomendam atenção ao rótulo e à composição do produto

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Outro ponto importante é observar a quantidade real de proteína por dose. Em muitos casos, suplementos que oferecem entre 20 g e 30 g de proteína por porção costumam atender bem às necessidades de suplementação

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Também vale observar a presença de adoçantes, espessantes e outros ingredientes adicionais, além da procedência da marca e eventuais certificações de qualidade

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