Repordução
O assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, no Rio de Janeiro, completou cinco anos em março deste ano
Sora Shimazaki/Pexels
O caso tem como réus o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e a mãe da criança, Monique Medeiros
Reprodução/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
No centro das acusações estão as denúncias por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual
Arquivo Pessoal
O crime Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021, no apartamento onde vivia com a mãe e o padrasto, na Barra da Tijuca. Segundo as investigações, a criança foi levada desacordada ao hospital, onde a equipe médica constatou que o menino já chegou sem vida
Divulgação/Leniel Boriel
Inicialmente, Monique e Jairinho alegaram que Henry teria sofrido um acidente doméstico, caindo da cama enquanto dormia. No entanto, o laudo de necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) descartou essa hipótese ao identificar 23 lesões espalhadas pelo corpo da criança
CNN
A causa da morte foi apontada como hemorragia interna e laceração hepática provocadas por ação contundente
Freepick
As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era submetido a uma rotina de agressões e torturas praticadas por Dr. Jairinho. De acordo com o inquérito, a mãe tinha conhecimento das violências e foi alertada pela babá do menino pelo menos um mês antes do óbito
Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Com o avanço do processo, Jairinho teve seu mandato de vereador cassado por quebra de decoro parlamentar e perdeu definitivamente seu registro profissional de médico
Tomaz Silva/Agência Brasil
Expectativa para o júri popular O conselho de sentença será formado por 7 jurados que decidirão pela condenação ou absolvição dos réus. O assistente de acusação e pai da vítima, Leniel Borel, declarou esperar uma sentença que reflita a gravidade do crime cometido contra o filho
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