LOCKDOWN

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Ex-presidente da Anvisa afirma que interrupção de atividades é a única solução a curto prazo

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Para Claudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz Brasília, o lockdown é uma forma de tentar diminuir as mortes causadas pela Covid-19

Segundo ele, as declarações do presidente Jair Bolsonaro, feitas após a primeira reunião do comitê criado para coordenar as ações de combate à pandemia, não ajudam a população a se prevenir do novo coronavírus

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Os membros do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 discutiram formas de ampliar a participação da iniciativa privada na compra de vacinas

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Após a reunião, Bolsonaro voltou a criticar as medidas de restrições impostas pelos governos estaduais e municipais e, segundo o sanitarista, é uma das formas de evitar o contato direto entre a população

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Se forma um comitê, ainda que precário e meio de fachada, ele começa a funcionar e o próprio presidente vai no outro sentido, ignorando completamente que existe alguém discutindo aquilo"

Claudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz Brasília

"A única solução que temos no curto prazo para diminuir um pouco o número de mortes é um lockdown, é interromper tudo aquilo que pode ser interrompido nesse momento, por pelo menos três semanas", completou.

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Para o especialista, o presidente da República "cassa a voz" de autoridades públicas e sanitárias ao incitar  que as pessoas vão às ruas

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[Ele chama] as pessoas para que se exponham ao risco e ponham outras em risco. Então, infelizmente, vamos continuar ostentando números assombrosos e assustadores [de mortes por Covid-19]"

Claudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz Brasília

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