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A Polícia Civil de Santa Catarina segue investigando, com apoio do Ministério Público do estado, a autoria das agressões que provocaram a morte do cão "Orelha", animal comunitário que morreu por maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis (SC)
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Na manhã do dia 26 de janeiro, a polícia realizou uma ação para investigar o caso, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos pelas agressões
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As investigações começaram após uma denúncia de que um grupo de adolescentes seria o responsável pelos maus-tratos ao cachorro, que foi encontrado ferido e precisou passar por eutanásia (procedimento também conhecido como morte assistida)
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De acordo com a polícia, caso confirmada a suspeita de autoria dos adolescentes, o relatório das investigações vai ser encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei, em razão da idade dos envolvidos
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Em razão das agressões, os agentes também apuram a suposta participação de um pai e de um policial civil, que teriam coagido uma testemunha
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Segundo o delegado Ulisses Gabriel, um dos mandados está relacionado a um indivíduo que teria coagido uma testemunha ao longo da investigação policial
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