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A alopecia areata é caracterizada pela perda súbita dos fios, em falhas arredondadas no couro cabeludo, sobrancelhas ou até na barba. Esta é uma condição autoimune em que o sistema imunológico ataca os folículos capilares
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Embora não seja uma doença rara, ela ainda levanta muitas dúvidas e traz impacto direto na autoestima e na vida social
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Segundo a dermatologista Debora Terra Cardial, membro da Sociedade Europeia de Dermatologia e Venereologia, a alopecia areata se caracteriza pelo ataque do sistema de defesa do corpo aos folículos capilares
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“Ela pode causar falhas arredondadas em diferentes áreas, não apenas no couro cabeludo, mas também em cílios, sobrancelhas e barba. Em alguns casos, há perda total dos cabelos ou de todos os pelos do corpo”
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Estudos indicam que fatores genéticos desempenham papel importante. Pessoas com familiares que tiveram alopecia, vitiligo ou alterações da tireoide, além de indivíduos com síndrome de Down, têm maior risco. Situações de estresse emocional ou físico podem funcionar como gatilhos
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A doença pode se manifestar de diferentes formas: – Alopecia em placas: falhas arredondadas no couro cabeludo; – Alopecia total: perda de todo o cabelo da cabeça; – Alopecia universal: perda de todos os pelos do corpo
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Ainda não há cura definitiva para a alopecia areata, mas existem terapias que ajudam a estimular o crescimento dos fios e reduzir a progressão da doença, como: corticosteroides tópicos ou injetáveis, Imunoterapia tópica e inibidores de JAK
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É importante lembrar que a condição é imprevisível: em até metade dos quadros leves, pode haver crescimento espontâneo dos fios, sem necessidade de intervenção. Ainda assim, o acompanhamento dermatológico é considerado essencial
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