Alucinações e sonambulismo: veja os riscos do uso indevido do Zolpidem

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Mudar os móveis de lugar, mandar mensagens de texto sem pé nem cabeça, fazer compras absurdas pela Internet, decidir cozinhar uma refeição completa no meio da madrugada, são só algumas das “histórias de Zolpidem” relatadas por quem toma o medicamento

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O Zolpidem é um medicamento da família dos hipnóticos, que age no organismo induzindo o sono e deve ser usado apenas por um curto prazo de tempo

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Para o psiquiatra Elton Kanomata, uma das razões para o crescimento no uso do medicamento é o seu efeito quase imediato em induzir o sono

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Segundo ele, é uma forma de contornar a insônia sem tentar contornar questões comportamentais, como hábitos e rotinas que possam contribuir com uma noite mal dormida. Por isso, seu uso é mais indicado para insônia ocasional ou transitória

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“Para aquelas pessoas com insônia crônica, ou seja, de longa data, [Zolpidem] pode até ser utilizado inicialmente, mas o uso não é recomendado por mais de um mês", afirma Kanomata à CNN

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Segundo Kanomata, a prescrição do remédio por mais de um mês não é adequada, pois apresenta risco de dependência, e o paciente decide, por conta própria, tomar doses maiores do que as recomendadas para tentar atingir o mesmo efeito

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O uso indiscriminado do remédio pelos pacientes, sem seguir as orientações médicas, está entre os fatores que podem desencadear alguns dos efeitos colaterais mais comuns e preocupantes da classe médica em relação ao Zolpidem

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Dentre os possíveis efeitos colaterais do Zolpidem estão o sonambulismo, as alucinações e a amnésia — que também pode ser definida como um apagão

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Nessa reação, o indivíduo não se lembra de nada depois de tomar o remédio, mas continua interagindo com o mundo e pode apresentar um comportamento estranho ou incomum

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“A orientação que nós damos aos nossos pacientes é que a pessoa deixe todo o ambiente já apropriado para induzir o sono e que ela tome o remédio já ao se deitar, com tudo pronto para dormir. Luzes apagadas, ambiente silencioso”, recomenda Elton Kanomata

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O psiquiatra reforça que o Zolpidem, assim como qualquer outro medicamento, é seguro quando bem indicado e pode diminuir qualquer risco que a medicação possa apresentar”

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