Danik Prihodko/Pexels
A artrose é uma doença crônica, progressiva e uma das principais causas de dor e limitação funcional em adultos e idosos. Caracterizada pelo desgaste da cartilagem e por alterações inflamatórias da articulação, não tem cura definitiva
Funkcinės Terapijos Centras/Pexels
Ainda assim, novas abordagens vêm sendo incorporadas ao tratamento, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Entre elas, ganham destaque as chamadas terapias ortobiológicas
Daria Liudnaya/Pexels
No tratamento da artrose, os ortobiológicos utilizam material do próprio paciente aplicado na articulação para ajudar a reduzir a dor e controlar o processo inflamatório. Eles funcionam como complemento ao tratamento, sobretudo nas fases iniciais e moderadas da doença
Yan Krukau/Pexels
Eles não substituem terapias já estabelecidas nem impedem a evolução da artrose, mas podem contribuir para melhorar os sintomas quando bem indicados
Funkcinės Terapijos Centras/Pexels
Essas terapias incluem diferentes estratégias, como o uso de componentes derivados do sangue, da medula óssea ou do tecido adiposo. O objetivo comum é tornar o ambiente da articulação menos inflamatório, o que pode resultar em redução da dor
Funkcinės Terapijos Centras/Pexels
A resposta ao tratamento depende de diversos fatores, como o grau da artrose, o alinhamento da articulação, a força muscular, o peso corporal e o perfil clínico do paciente. Além disso, a forma de preparo do material biológico influencia diretamente o efeito obtido
Kindel Media/Pexels
Outro aspecto relevante é o custo. Apesar de serem terapias autólogas, os ortobiológicos exigem equipamentos específicos, sistemas de coleta fechados e protocolos bem definidos
Towfiqu barbhuiya/Pexels