Sanket Mishra/Pexels
Um estudo do MIT Media Lab, publicado em 2025 e conhecido como “Your Brain on ChatGPT”, trouxe um novo conceito chamado “cognitive debt”, ou dívida cognitiva, que relaciona o uso de inteligência artificial com uma possível atrofia cognitiva
Tara Winstead/Pexels
A pesquisa dividiu 54 participantes em três grupos diferentes. Todos participaram das sessões 1 a 3, e apenas 18 concluíram a sessão 4. O resultado entre os grupos foi uma diferença significativa na conectividade cerebral entre quem usou IA e quem recorreu apenas ao cérebro
Shubham Dhage/Unsplash
A CNN Brasil entrou em contatos com médicos especialistas para entender se há riscos reais diante do uso de IA e se é possível manter o cérebro ativado mesmo com a ferramenta
Sumaid pal Singh Bakshi/Unsplash
Juliana Khouri, neurologista da Oncoclínicas, explicou o estudo na prática: "Um grupo utilizou apenas o próprio raciocínio, outro teve acesso à internet e um terceiro utilizou inteligência artificial. O resultado foi claro: quanto maior a ajuda externa, menor a ativação cerebral"
TSD Studio/Unsplash
Hugo Dória, neurocirurgião, revelou que o resultado aponta que "indivíduos que utilizavam inteligência artificial para tarefas cognitivas complexas apresentavam menor ativação cerebral, especialmente em áreas relacionadas à memória, atenção e pensamento crítico"
ThisIsEngineering/Pexels
O uso seguro da inteligência artificial passa a depender da forma como ela é utilizada pelos usuários. "Se utilizada como substituição do pensamento, ela empobrece o processo cognitivo. Se utilizada como extensão do pensamento, ela pode potencializar o aprendizado", diz Dória
notorious v1ruS/Unspalsh