Autismo pode ser um efeito colateral da evolução do cérebro humano; entenda

Unsplash

Pesquisadores de Stanford identificaram uma possível relação entre a evolução acelerada de determinados neurônios do cérebro humano e a maior vulnerabilidade ao autismo

Unsplash

O estudo analisou os neurônios L2/3 IT, presentes nas camadas externas do córtex cerebral e envolvidos em funções cognitivas complexas, como linguagem, memória e raciocínio

Unsplash

Em geral, neurônios mais abundantes tendem a evoluir mais lentamente, mas os L2/3 IT apresentaram uma evolução excepcionalmente rápida na linhagem humana

Unsplash

Os pesquisadores também observaram alterações coordenadas em centenas de genes associados ao autismo, incluindo uma redução significativa na expressão de 34 deles

Unsplash

A hipótese é que mudanças que favoreceram características do cérebro humano também possam ter aumentado sua vulnerabilidade a condições neuropsiquiátricas, representando um possível “trade-off” evolutivo

Unsplash

Os resultados podem orientar novas pesquisas sobre a origem do autismo e, futuramente, contribuir para o desenvolvimento de biomarcadores e tratamentos mais específicos

Unsplash

Unsplash

leia mais em