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O cérebro humano é energeticamente caro, consome cerca de 20% das calorias do corpo e representa um desafio evolutivo
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Um estudo sugere que mudanças na microbiota intestinal ajudaram a sustentar essa demanda ao tornar o metabolismo mais eficiente
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Pesquisadores transplantaram microrganismos de primatas com cérebros grandes e pequenos para camundongos criados sem bactérias
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Animais que receberam microbiota de humanos e macacos com maior encefalização ativaram genes ligados à produção de energia e à plasticidade cerebral
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Já os que receberam bactérias de primatas com cérebros menores apresentaram menor ativação desses processos
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Os resultados indicam que a microbiota pode ter sido uma aliada-chave na evolução do cérebro humano e na expansão da capacidade de nosso sistema nervoso
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