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As barrinhas de proteína se popularizaram por oferecer praticidade, saciedade e apoio à recuperação muscular, mas nem todas são tão saudáveis quanto parecem
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Muitas versões são ultraprocessadas e podem conter excesso de açúcar, gordura saturada e aditivos, tornando essencial a leitura dos rótulos
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Especialistas recomendam escolher opções com 10 g a 20 g de proteína por porção e baixo teor de açúcar
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Quando inseridas em um plano alimentar equilibrado, elas podem ser usadas como lanche, pré ou pós-treino e em situações de rotina corrida, como viagens
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No entanto, não devem substituir refeições principais e o consumo excessivo pode contribuir para ganho de peso e sobrecarga dos rins, especialmente com baixa ingestão de água
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Nutricionistas destacam que preparar barrinhas caseiras pode ser uma alternativa mais saudável, econômica e personalizada às necessidades de cada pessoa
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