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A detecção precoce de alterações genéticas no câncer de pulmão por meio de biópsia líquida pode se tornar uma ferramenta importante para acelerar o diagnóstico e orientar o tratamento de pacientes no Brasil
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Um estudo apoiado pela Fapesp e publicado na revista Molecular Oncology mostrou que é possível identificar mutações relevantes em amostras de sangue de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células usando um painel multigênico comercial
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O câncer de pulmão não pequenas células representa cerca de 85% dos casos da doença, sendo o subtipo mais prevalente. Dentro dele, há diferentes grupos, como o adenocarcinoma e o carcinoma de células escamosas
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Os pesquisadores usaram um painel comercial desenhado especificamente para mutações conhecidas no adenocarcinoma e buscaram alterações em 11 genes relacionados ao desenvolvimento do tumor
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O desempenho da técnica surpreendeu: 65,6% das amostras apresentaram mutações, sendo que essa taxa chegou a 87,5% entre os pacientes que já tinham passado por alguma terapia
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Para os pesquisadores, isso demonstra o potencial da biópsia líquida como ferramenta complementar ao rastreamento de populações de risco, especialmente fumantes e ex-fumantes
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Enquanto a análise convencional do tumor obtido por biópsia ou cirurgia pode levar semanas entre coleta, processamento da amostra, avaliação em patologia e liberação do laudo, a biópsia líquida encurta consideravelmente esse caminho
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