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O calor intenso no Brasil representa um risco real à saúde e pode elevar em 7% a 10% a incidência de infartos e AVCs
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As altas temperaturas sobrecarregam o organismo e aumentam a ocorrência de emergências médicas, especialmente em ambientes externos
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Idosos, crianças e pessoas com doenças cardíacas formam os principais grupos de risco e exigem atenção redobrada
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Comportamentos como consumo de álcool, tabagismo, desidratação e exposição prolongada ao sol potencializam complicações graves
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A principal recomendação é intensificar a hidratação, evitar o Sol nos horários mais quentes e buscar locais frescos
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A conscientização sobre os efeitos do calor extremo é essencial para reduzir danos à saúde da população
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