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Muita gente ainda deixa arroz, macarrão e pães fora do prato do jantar. Existem mitos envolvendo o consumo de carboidratos após as 18h e problemas como desajustes metabólicos, aumento no risco do diabetes e ganho de peso
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No entanto, o que diversas pesquisas atuais comprovam é que não há necessidade de banir esse nutriente. Segundo a nutricionista Letícia Ramalho, é a qualidade e quantidade das porções que impactam a regulação de glicose
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Um estudo publicado no periódico Nutrients, conduzido na Universidade Aberta da Catalunha, na Espanha, incluiu 33 adultos com diabetes e pré-diabetes, que seguiram dieta padronizada e usaram um monitor contínuo das taxas de glicose no sangue
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Os resultados mostram que, além de priorizar o cardápio equilibrado na última refeição, é preciso atentar-se para a sensibilidade à insulina de cada indivíduo
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A insulina é o hormônio responsável por permitir que a glicose entre nas células, gerando energia. Quando há resistência à insulina, o pâncreas tenta compensar produzindo quantidades maiores dela para manter a glicemia dentro da normalidade
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Quando não identificado precocemente, o quadro costuma evoluir para o diabetes tipo 2. Mas, se detectado em estágio inicial, mudanças no estilo de vida tendem a reverter a situação
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O cardápio deve contemplar ainda as leguminosas, ou seja, feijões, lentilha, ervilha e grão-de-bico. E lembre-se: ainda que um alimento seja de excelente qualidade, o exagero na quantidade põe tudo a perder. Portanto, nada de excessos
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