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Na contramão de modismos como a "dieta carnívora", que incentiva o consumo elevado de proteína animal, diversas pesquisas reforçam os impactos negativos do excesso de carne vermelha na saúde
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Já há evidências consistentes de associação do alimento com doenças cardiovasculares e, mais recentemente, a ciência tem apontado um elo com o aumento do risco de diabetes tipo 2
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Publicado em fevereiro no periódico British Journal of Nutrition, uma pesquisa da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, analisou dados sobre o consumo alimentar de 34.737 adultos
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O artigo revela que, entre os que extrapolavam nas porções de carne vermelha e carne processada — que inclui bacon, salsicha e presunto, por exemplo —, havia maior probabilidade de diabetes
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Por outro lado, a inclusão de fontes de proteína vegetal, caso dos feijões, esteve associada à redução do risco dessa doença metabólica, caracterizada pela disfunção da insulina e por níveis elevados de glicose no sangue
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Para além da alimentação, outras estratégias também exercem efeito protetor. A prática regular de atividade física é uma das principais, incluindo tantos exercícios aeróbicos — como corrida, caminhada e natação — quanto o treino de força, caso da musculação
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