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Acordar mais cansado do que quando se foi dormir é uma experiência comum para muitas pessoas. Entre diversos fatores, a qualidade do colchão pode ser determinante para garantir um sono reparador e o alinhamento adequado do corpo durante o descanso
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Mas o que você deve considerar na hora de comprar o seu? De acordo com Maurício Raffaell, médico ortopedista e diretor de ensino no Instituto NAEON, é essencial garantir um colchão de qualidade, uma vez que a baixa qualidade do apoio está diretamente ligada ao surgimento de lombalgias crônicas e cervicalgias
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“Um colchão de má qualidade ou desgastado não oferece o apoio necessário, levando ao desalinhamento das vértebras. Isso sobrecarga os discos intervertebrais, ligamentos e musculatura junto à coluna”, explica
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Segundo o médico especialista, o recomendado é preferir opções de densidade média, sendo essas as mais eficazes para a redução da dor lombar e melhora do descanso
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Ele explica que, enquanto colchões excessivamente moles sobrecarregam as articulações, as mais firmes podem gerar pressão excessiva em pontos como os ombros e quadris
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Ainda que algumas recomendações sejam gerais, ele explica que não existe um “segredo universal" para definir um colchão ideal, mas, sim, a adequação individual de acordo com as necessidades de cada pessoa
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O profissional ainda lembra que fatores como idade, presença de doenças prévias (como hérnias de disco ou escoliose) e a posição preferencial de dormir influenciam na hora da escolha, buscando modelos específicos para cada caso
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Periodicamente, é importante virar o colchão para prolongar sua vida útil e evitar desgastes localizados. Segundo o especialista, a recomendação é realizar o rodízio a cada três ou seis meses, girando o produto em 180 graus e, se possível, também invertendo o lado na cama
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