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Reconhecido na literatura científica e usado na prática clínica — especialmente em reabilitação —, o exercício excêntrico é a fase do movimento em que o músculo se alonga enquanto gera força
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A associação histórica com a chamada dor muscular de início tardio (DMIT) faz com que muitos profissionais e praticantes evitem enfatizar o movimento, mesmo sabendo que essa fase é mais eficiente para o crescimento muscular, pois o músculo suporta cargas 20 a 30% maiores na descida do que na subida
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Esse alongamento do músculo sob tensão é o que gera maior estímulo mecânico sobre o tecido muscular e conjuntivo. O esforço é radicalmente diferente das contrações concêntricas, em que o músculo se encurta, e das isométricas, em que o comprimento permanece constante
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Recentemente, uma revisão científica publicada no Journal of Sport and Health Science defende que o exercício excêntrico merece ser reconhecido como prática padrão de condicionamento físico e saúde. O estudo de opinião é assinado por Kazunori Nosaka, pesquisador da Universidade Edith Cowan, na Austrália
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Ele propõe que a prática não seja restrita a atletas ou pacientes em recuperação. A associação entre exercício excêntrico e dor muscular tardia é real, mas não inevitável. O autor argumenta que, com progressão gradual de carga, o organismo desenvolve proteção rápida contra o desconforto
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Entre as formas mais acessíveis do exercício excêntrico no cotidiano, a descida de escadas foi praticada duas vezes por semana, durante 12 semanas, em um estudo com mulheres idosas com obesidade
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Ao colocar o exercício excêntrico como “novo normal” no título de seu artigo, o autor propõe que a prática possa se consolidar como um padrão acessível tanto a crianças e idosos quanto a atletas de alto rendimento
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