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As métricas de relógios e aplicativos, como ritmo, frequência cardíaca e volume semanal, só são úteis quando orientam decisões sobre carga e descanso
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A evolução na corrida é comprovada quando o atleta mantém a constância e consegue correr mais rápido com um esforço fisiológico igual ou menor
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No treino de força, os indicadores principais são a carga, o número de repetições, o volume total e a percepção subjetiva de esforço (RPE)
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O progresso real deve ser avaliado por tendências de três a quatro semanas, desconsiderando oscilações pontuais causadas por fatores como sono ou estresse
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Sinais como frequência cardíaca de repouso elevada e cansaço excessivo em ritmos habituais servem de alerta para evitar o overtraining e lesões
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A integração inteligente entre força e corrida exige o ajuste das intensidades de forma complementar, priorizando a recuperação quando o desempenho cai em ambas as modalidades
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