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O cronotipo, ligado ao relógio biológico, explica por que algumas pessoas acordam cedo com disposição enquanto outras têm mais dificuldade para sair da cama
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O exame tradicional para medir esse ritmo, chamado DLMO, é caro e complexo, o que limita seu uso fora de ambientes especializados
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Pesquisadores alemães desenvolveram o HairTime, um teste simples que analisa genes do folículo capilar para identificar o cronotipo a partir de uma amostra de cabelo
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O método, validado com aprendizado de máquina, mostrou alta correspondência com o exame padrão e foi testado em mais de 4 mil pessoas
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Os resultados indicam que fatores externos, como o trabalho, podem alterar o relógio biológico, além de confirmar diferenças relacionadas à idade e ao gênero
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A descoberta abre caminho para a cronoterapia, que busca ajustar tratamentos médicos ao ritmo biológico de cada pessoa, embora ainda precise de mais validação para uso amplo
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