Dieta do ovo: riscos e benefícios do método que promete emagrecimento

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A dieta do ovo voltou a circular com força nas redes sociais, impulsionada por relatos de perda de peso rápida e mudanças visíveis na balança em poucos dias

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A promessa é simples: restringir drasticamente a alimentação e basear as refeições quase exclusivamente no consumo de ovos, acompanhados geralmente de vegetais com baixos índices de carboidratos, queijos magros e algumas poucas fruta

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Mas o que parece funcionar no curto prazo levanta alertas importantes do ponto de vista da saúde metabólica e nutricional

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Segundo a nutricionista Patrícia Mirisola, especialista em Nutrição de Precisão, a popularização desse tipo de dieta está diretamente ligada à velocidade dos resultados

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“Quando se reduz calorias e carboidratos de forma tão brusca, o corpo responde imediatamente com perda de líquidos e diminuição dos estoques de energia, o que cria a sensação de emagrecimento rápido”, explica ela 

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De acordo com Patrícia, o efeito inicial observado na balança não está relacionado a uma propriedade especial do ovo, mas ao déficit calórico severo imposto pela dieta

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A restrição extrema de carboidratos leva à redução dos níveis de insulina e ao esgotamento do glicogênio, forma como o músculo armazena energia, processo que resulta em perda rápida de peso, principalmente por eliminação de líquidos

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A especialista ressalta que esse mecanismo gera um emagrecimento imediato, porém transitório

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No curto prazo, a dieta do ovo pode causar constipação intestinal, desequilíbrios eletrolíticos, especialmente de potássio e magnésio, hipovitaminose e queda de energia, segundo Patrícia

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A halitose cetônica também é comum

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