Doenças crônicas impulsionam maior perda de saúde nas Américas, aponta OPAS

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Doenças crônicas e cardiovasculares representam uma proporção crescente da perda de saúde — seja diagnósticos ou óbitos — na região das Américas. Isso é o que constata a recente edição do relatório Saúde nas Américas, apresentado pela OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde)

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Segundo o estudo, o aumento no número de casos envolvendo diabetes, câncer, transtornos mentais e outras enfermidades crônicas estão relacionados ao estilo de vida da população, como a falta de alimentação saudável, inatividade física, consumo de tabaco e álcool, entre outros

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Além disso, o relatório da OPAS aponta que cerca de 40% da carga total das doenças nessa região poderiam ser evitadas com uma prevenção mais eficaz, tratamentos oportunos e sistemas de saúde mais sólidos

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Para Jarbas Barbosa, diretor da Organização, os achados alertam os países a agirem de forma rápida para evitar o avanço dessas doenças

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"Grande parte dessa carga se concentra em doenças cardiovasculares, diabetes, doenças renais, condições maternas e neonatais, violência, traumatismos e infecções respiratórias como a tuberculose", afirma Barbosa

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A análise também mostra que apesar dos recursos serem os mesmos em alguns países, os resultados costumam ser diferentes nas regiões. Ou seja, não seria apenas realizar o investimento, mas descentralizá-lo, alcançando pessoas que realmente precisam

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Isso seria realizado por meio de uma atenção primária à saúde com serviços mais organizado

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