Pexels
A morte é muitas vezes vista como um acontecimento repentino, mas especialistas explicam que, na maioria dos casos, ela é um processo gradual
Pexels
O corpo humano passa por uma série de transformações físicas e sensoriais nos momentos que antecedem o fim da vida, em uma sequência que pode durar horas ou até dias
Pexels
Isso acontece porque, nos períodos que antecedem a morte, o organismo começa a reduzir suas funções vitais
Pexels
O apetite e a sede diminuem, e a sonolência se torna mais frequente, já que o corpo passa a economizar energia
Pexels
A respiração torna-se irregular, com pausas prolongadas, podendo surgir o chamado “ronco da morte”, causado pelo acúmulo de secreções devido à perda do reflexo de tosse
Pexels
Apesar de impressionar quem acompanha, esse fenômeno geralmente não é desconfortável para quem está em seus últimos momentos
Pexels
Mesmo quando a consciência parece estar ausente, a audição costuma ser preservada até muito perto do fim
Pexels
É por isso que médicos e enfermeiros de cuidados paliativos recomendam que familiares continuem conversando com o paciente, já que há evidências de que ele pode ouvir palavras e sons à sua volta
Pexels