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Com cada vez mais pessoas procurando por procedimentos para prevenir marcas do tempo, especialistas questionam não apenas a cirurgia como "prevenção", como também os riscos psicológicos e físicos de intervenções invasivas em pacientes que não apresentam sinais de envelhecimento
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"Procedimentos não são ferramentas para mudar a idade biológica de ninguém. Eles atuam sobre a anatomia, não sobre o metabolismo celular ou o envelhecimento sistêmico", explica a cirurgiã plástica Heloise Manfrim, membro da SBCP
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Segundo a especialista, o risco para jovens que buscam esse caminho é duplo: o físico e o de "revisões constantes"
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"Quanto mais cedo se começa a intervir, maior a chance de revisões ao longo da vida. Existe o risco de fibroses e alterações irreversíveis que comprometem a naturalidade", alerta
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Para o cirurgião plástico Paolo Rubez, membro da ASPS (sigla inglesa para Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos), o problema central não é a segurança da cirurgia em si, mas a sua indicação
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"Submeter uma pessoa a uma cirurgia sem ter indicação pode gerar uma grande frustração no futuro", completa
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