Reproductive Health Supplies Coalition/Unsplash
Pesquisa realizada no Ambulatório de Planejamento Familiar do Hospital da Mulher Professor José Aristodemo Pinotti, da Unicamp, revelou que a dor da colocação do DIU (dispositivo intrauterino) é mais frequente em mulheres do que apresentavam as diretrizes do Ministério da Saúde
Reproductive Health Supplies Coalition/Unsplash
Contra apenas 5% de registros de dor moderada a intensa, a pesquisa identificou que 81% das entrevistadas apresentaram desconforto durante o procedimento
Magnific
O objetivo do estudo foi compreender como ocorre a dor e como varia de pessoa para pessoa. Foram analisadas mais de 7 mil inserções, entre 2022 e 2024, e os dados foram extraídos de dados clínicos do Caism. O hospital é referência internacional em planejamento familiar
Reproductive Health Supplies Coalition/Unsplash
Dados da Pesquisa Nacional de Saúde indicam que apenas 4% das pessoas recorrem ao método, enquanto aproximadamente 40% utilizam pílulas anticoncepcionais. Para os especialistas, as causas deste cenário estão na falta de acesso à informação, capacitação de médicos e medo da dor
Reproductive Health Supplies Coalition/Unsplash
"Muitas pessoas não recebem informações adequadas sobre o que esperar, e há evidências de que profissionais de saúde podem subestimar essa experiência", explica a psicóloga e terapeuta sexual Ana Luiza Savi, autora do estudo
Elen Sher/Unsplash
Ela aponta que a falta de estratégias para manejar o desconforto durante a colocação do dispositivo é uma das lacunas que reforçam essa resistência. A pesquisadora explica que há opções como o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e antiespasmódicos, que nem sempre são usados
Charles Milligan/Hulton Archive/Getty Images
“A dor não é um evento raro, como muitas vezes se apresenta oficialmente, mas, sim, algo comum. Reconhecer isso é fundamental para melhorar o acolhimento e o cuidado oferecido”, observa
Reproductive Health Supplies Coalition/Unsplash