NIAID/Divulgação via REUTERS
Recentemente, o Brasil atingiu a marca de 149 casos registrados de mpox (entre confirmados e prováveis) nos primeiros meses de 2026
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Agora, a doença passa a gerar maior preocupação após o principal medicamento utilizado contra o grupo pertencente ao vírus causador da doença não apresentar resultados esperados
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O novo ensaio clínico foi publicado no New England Journal of Medicine e denominado de STOMP
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No estudo, o uso do tecovirimat não conseguiu reduzir o tempo de cicatrização das lesões, diminuir a dor dos pacientes nem acelerar a eliminação do vírus do organismo
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Esses resultados enfraquecem uma das principais alternativas terapêuticas disponíveis justamente em um momento em que o cenário se torna ainda mais incerto
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No Brasil, o estado de São Paulo lidera isoladamente as estatísticas, com 93 confirmações, o que equivale a aproximadamente 66% do total nacional. O Rio de Janeiro aparece na sequência com 18 casos, seguido por Roraima, com 11
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A pesquisa que revela o resultado preocupante em relação ao principal medicamento no combate à doença incluiu 344 adultos imunocompetentes com diagnóstico de mpox do clado II, sendo a maioria com sintomas leves ou moderados
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