Estudo da USP mostra que miscigenação brasileira pode explicar longevidade

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Um estudo publicado por pesquisadores brasileiros no jornal científico Genomic Psychiatry mostra que a miscigenação brasileira pode ser um fator positivo para a longevidade e qualidade de vida

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O artigo faz parte de uma pesquisa do Genoma USP. Os pesquisadores analisaram o caso de três idosos com mais de 110 anos que se recuperaram após serem infectados pelo vírus da Covid-19

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Uma das conclusões do projeto é que a diversidade genética brasileira resultante da mistura entre europeus, africanos, nativo-americanos e asiáticos, aparenta trazer resultados positivos para a longevidade

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A pesquisa revelou mais de 8 bilhões de variantes de genes que não existem em bancos de dados globais. Essa diversidade permite a descoberta de "genes protetores" que não aparecem em populações da Europa e América do Norte

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A pesquisa do Genoma USP mostra o caso de uma família brasileira com uma mulher de 110 anos e as três sobrinhas, de 106, 14 e 110 anos, revelando que irmãos de centenários têm de 5 a 17 vezes mais probabilidade de passarem dos 100 anos

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Segundo o estudo, essas descobertas podem contribuir para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas aprimoradas a abordagens de medicina para promover o envelhecimento saudável em todas as populações

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