Nova injeção para HIV é mais eficaz que terapia oral diária, diz estudo

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Dados finais da fase III do estudo Latitude revelaram que o tratamento injetável de longa ação demonstrou eficácia superior na manutenção da supressão da carga viral em comparação com a terapia oral diária de PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) em indivíduos com histórico de dificuldades de adesão ao tratamento antirretroviral (TARV)

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Os resultados mostram que a mudança para o medicamento injetável de longa ação aplicado a cada quatro semanas reduziu quase pela metade o risco de falha virológica em comparação com a continuidade da terapia oral diária

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O estudo aponta que a terapia injetável de longa ação para HIV (cabotegravir + rilpivirina) é mais eficaz que o tratamento oral diário. Em 48 semanas, a taxa de falha terapêutica foi de 22,8% no grupo que recebeu a injeção mensal, contra 41,2% entre os pacientes em terapia oral

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A falha virológica como primeiro evento ocorreu em 3% dos participantes no grupo injetável e em 21% no grupo oral. Já a descontinuação do tratamento foi semelhante entre os grupos: 16% no injetável e 15% no oral

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Em relação à segurança, a incidência de eventos adversos foi parecida (43,5% no grupo injetável e 42,4% no oral). Reações no local da injeção foram comuns, mas levaram à interrupção do tratamento em apenas dois casos

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O estudo Latitude, um ensaio clínico de fase III, randomizado e aberto, avaliou 453 pessoas com HIV que apresentavam dificuldade de adesão ao tratamento oral diário ou histórico de abandono da terapia

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A pesquisa investigou se a terapia injetável de longa ação (cabotegravir + rilpivirina), aplicada mensalmente, poderia reduzir o risco de falha terapêutica em comparação ao tratamento oral diário

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Antes da randomização, os participantes receberam suporte à adesão. Aqueles que alcançaram supressão viral foram divididos em dois grupos: um passou a receber o tratamento injetável mensal e o outro manteve a terapia oral diária

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