Estudo: vida fora da gaiola "reinicia" o cérebro de ratos de laboratório

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Quando descobertas científicas são divulgados, uma preocupação manifestada por diversos leitores é sobre o tratamento muitas vezes cruel dispensado aos camundongos de laboratório

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Os próprios cientistas estão percebendo que essa preocupação humanitária com os pequenos roedores não se resume somente a uma questão de “pena” dos animais, mas é também uma necessidade técnica para garantir a integridade científica dos dados

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Em um estudo recente publicado na revista Current Biololgy, pesquisadores da Universidade Cornell, nos EUA, decidiram soltar 44 camundongos da linhagem C57BL/6J em um grande campo fechado, na área externa do campus da universidade

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Essa renaturalização provou que o dia a dia nos centros de pesquisa não é apenas neutro ou “chato”, mas pode criar um “fenótipo canônico de ansiedade nos roedores”

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Os autores descobriram que esse processo de renaturalização teve um forte impacto no comportamento dos roedores, pois o contato direto com o ambiente natural reverteu a ansiedade

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As descobertas  sugerem que a ansiedade, geralmente tratada como uma característica biológica imutável, é altamente plástica e dependente do contexto. O estudo provou que o ambiente natural é capaz de “resetar” o sistema nervoso

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