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O governo dos Estados Unidos decidiu enxugar o calendário de vacinação infantil, mantendo as principais imunizações, mas deixando outras condicionadas ao risco individual e à conversa entre pais e médicos
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A mudança aproxima o país de modelos adotados na Europa, como o da Dinamarca, e vem embalada por um discurso de que a saúde pública não deve seguir uma regra única para todos
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Por outro lado, o novo rumo surge num momento delicado, com alta nos casos de gripe e mortes pediátricas registradas nesta temporada
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A reformulação também carrega forte peso político, impulsionada por ordens diretas de Donald Trump e pela influência de figuras conhecidas pelo ceticismo em relação às vacinas
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Enquanto o governo garante que os planos de saúde continuarão cobrindo as imunizações, especialistas alertam que o caminho pode dificultar o acesso e abrir espaço para o retorno de doenças já controladas
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No centro do debate, fica o impasse entre dar mais autonomia às famílias e preservar uma estratégia coletiva de proteção à saúde infantil
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