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O furto de amostras virais em um laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) reacendeu dúvidas sobre o armazenamento de amostras
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Ouvido pela CNN, o médico infectologista professor da Unifesp Klinger Faíco ressaltou que o armazenamento segue protocolos rigorosos de biossegurança e tecnologia de alta precisão
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“Os vírus são mantidos em criopreservação, ou seja, em temperaturas extremamente baixas para que permaneçam ‘adormecidos’ e com a estrutura intacta”, explicou ele
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Na prática, isso envolve o uso de ultrafreezers -- equipamentos capazes de atingir temperaturas muito abaixo de zero -- e, em alguns casos, tanques de nitrogênio líquido, utilizados para conservação por longos períodos
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As amostras ficam em pequenos tubos selados, organizados em caixas e racks metálicos dentro desses sistemas
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Segundo Faíco, o acesso também é altamente controlado. Laboratórios costumam adotar restrições como biometria, registros de entrada e saída e monitoramento constante, justamente para evitar falhas ou manipulação indevida
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