Unsplash
Estudo da UFSCar aponta que o acúmulo de gordura abdominal, especialmente a gordura visceral entre os órgãos, aumenta significativamente o risco de incontinência urinária de esforço em mulheres
Unsplash
A pesquisa mostrou que a distribuição da gordura corporal tem mais influência sobre o problema do que o peso total do corpo
Freepik
A condição causa perda involuntária de urina em situações como tossir, rir, carregar peso ou fazer exercícios e pode afetar mulheres de todas as idades
Unsplash
Segundo os pesquisadores, a gordura visceral aumenta a pressão sobre o assoalho pélvico e também libera substâncias inflamatórias que podem enfraquecer a musculatura responsável pela continência urinária
Freepik
O estudo analisou 99 mulheres entre 18 e 49 anos e identificou que quase 40% relataram episódios de perda urinária, muitas vezes subestimados ou normalizados
Unsplash
Especialistas reforçam que o fortalecimento do assoalho pélvico com fisioterapia é o tratamento mais eficaz e que a condição tem prevenção e cuidado adequados
Freepik