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A hipertensão arterial aumentou de 22,6% em 2006 para 29,7% em 2024, atingindo quase um terço da população adulta, segundo o Vigitel, pesquisa do Ministério da Saúde
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Em 2023, a pressão arterial sistólica, conhecida como pressão máxima, foi responsável por 220.160 mortes no Brasil, segundo dados da Estatística Cardiovascular de 2026 da Sociedade Brasileira de Cardiologia
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A condição também representa um impacto econômico: em 2018, respondeu por 59% dos R$ 3,45 bilhões em custos para o SUS atribuíveis à hipertensão, diabetes e obesidade
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Com o envelhecimento, as artérias perdem parte da elasticidade e ficam mais rígidas, o que favorece o aumento da pressão arterial, especialmente da pressão sistólica
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Como a hipertensão geralmente não provoca sintomas, a prevenção e a medição regular da pressão são fundamentais para identificar o problema antes que ele provoque consequências graves, como infarto ou AVC
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Vale dizer que a pressão arterial considerada de risco no Brasil mudou de patamar: valores entre 12 por 8 e 13,9 por 8,9 passaram a ser classificados como pré-hipertensão
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