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Em uma fase marcada por transformações como aposentadoria, perdas afetivas e mudanças de rotina, os idosos enfrentam um inimigo invisível: a depressão
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Globalmente, cerca de um terço dos idosos apresenta sintomas depressivos, especialmente em contextos de solidão, luto ou isolamento. No Brasil, segundo a PNS/IBGE, até 13% dos maiores de 60 anos relatam diagnóstico de depressão
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A depressão no idoso costuma ser mais sutil. Muitas mudanças são vistas como "normais", o que retarda a busca por ajuda. Com diagnóstico precoce e apoio adequado, é possível recuperar autonomia e qualidade de vida
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Entre os sinais mais comuns estão perda de interesse, irritabilidade, lentidão ou agitação, isolamento, queda no autocuidado, dores sem explicação clínica, alterações no sono e apetite e dificuldade de concentração
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Nenhum tratamento funciona sem acolhimento. Minimizar o sofrimento com frases como 'é da idade' rompe a confiança. O idoso deprimido precisa ser ouvido e validado
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O tratamento deve ser individualizado e conduzido por profissionais capacitados. Inclui psicoterapia, intervenções sociais, atividades comunitárias e uso de medicamentos, quando indicado, sempre com supervisão médica
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