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A mamografia, tradicionalmente usada para rastrear o câncer de mama, pode ganhar uma nova função: ajudar a prever o risco de doenças cardiovasculares
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Com IA (inteligência artificial), pesquisadores dos Estados Unidos observaram que o exame pode identificar sinais precoces de alterações nas artérias, ampliando seu potencial para além da oncologia
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“O estudo traz uma boa notícia, pois pesquisas mostram que as mulheres temem o câncer de mama, mas não têm tanta consciência de risco cardíaco, que mata muito mais do que um tumor nessa parte do corpo”, observa a cardiologista Sofia Lagudis, do Einstein Hospital Israelita
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Incorporado à rotina de exames cardiovasculares, o procedimento poderia fornecer informações valiosas para identificar sinais precoces de doença aterosclerótica, além de auxiliar na estratificação de risco cardíaco e orientar medidas preventivas de forma mais personalizada
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Mas ainda seriam necessários mais estudos, já que há outros métodos validados. O acúmulo de calcificação nas artérias observado na mamografia não é, por si só, um indicativo direto de eventos coronários ou de infarto agudo do miocárdio
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“Ainda é imprescindível validá-los em mais estudos, adaptar a ferramenta de IA ao equipamento convencional de mamografia, bem como avaliar a capacidade dos diversos aparelhos que fazem o exame em fornecer informação adequada”, pontua Lagudis
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