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A dor menstrual intensa ainda é frequentemente tratada como algo esperado na vida das mulheres. Essa naturalização contribui para que a endometriose, doença inflamatória crônica que pode comprometer diferentes órgãos da pelve, leve anos para ser diagnosticada
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Muito além da cólica comum A cólica menstrual habitual costuma ser previsível, responde a analgésicos simples e não impede as atividades diárias. Na endometriose, o quadro tende a ser diferente
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A dor pode se tornar progressiva ao longo dos meses ou anos, provocar faltas ao trabalho ou à escola, surgir durante a relação sexual e aparecer ao evacuar ou urinar, principalmente no período menstrual
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Também podem ocorrer distensão abdominal, alterações intestinais ou urinárias cíclicas e, em alguns casos, sangramento anormal
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Quando esses sintomas se repetem ou se intensificam, é recomendável buscar investigação especializada. O atraso no diagnóstico impacta a qualidade de vida, favorece quadros de ansiedade e pode afetar a fertilidade
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A doença vai além da dor pélvica. Pode comprometer relações afetivas, desempenho profissional, sono, humor e vida sexual. Em formas profundas, atinge intestino, bexiga e estruturas nervosas, o que gera sintomas complexos e muitas vezes confundidos com outros problemas clínicos
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O diagnóstico começa com escuta qualificada e avaliação clínica. Exame físico direcionado e histórico bem conduzido orientam a solicitação de exames de imagem apropriados. O avanço tecnológico amplia as possibilidades diagnósticas, mas a mudança mais importante é cultural
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