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Pesquisadores da UNC (Universidade da Carolina do Norte) em Chapel Hill, nos Estados Unidos, anunciaram um avanço que pode redefinir o futuro da nanotecnologia e a sua forma de atuação no tratamento do câncer
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Para isso, a equipe desenvolveu robôs microscópicos em forma de "flores" feitos de cristais híbridos de DNA e materiais inorgânicos, que, juntos, são capazes de mudar de forma e reagir a estímulos em questão de segundos
Justin Hill, Philip Rosenberg e Ronit Freeman
O estudo, publicado na revista Nature Nanotechnology, descreve a criação dessas estruturas, que funcionam como "programas de computador biológicos" e resultam na formação de cápsulas inteligentes capazes de liberar medicamentos e outras inovações com potencial transformador
Justin Hill, Philip Rosenberg e Ronit Freeman
De acordo com o estudo, o segredo da tecnologia reside em seu design inteligente. Ou seja, o DNA não funciona apenas como molécula de informação, mas como um software molecular que antecipa a defesa do corpo a eventuais riscos à saúde
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Com o método, a "flor" pode ser capaz de se dobrar e desdobrar instantaneamente em resposta a alterações no ambiente, como o nível de acidez (pH)
Justin Hill, Philip Rosenberg e Ronit Freeman
O potencial de aplicação é vasto, de acordo com os resultados preliminares apresentados pelos cientistas. No campo da saúde, as nanorrobôs poderiam ser injetadas e navegar até um tumor
National Cancer Institute/Unsplash
As conquistas obtidas pelos pesquisadores da UNC permitem vislumbrar um futuro em que essas estruturas – sejam implantadas ou ingeridas – possam administrar uma dose específica de medicamentos, realizar uma biópsia ou limpar um coágulo sanguíneo."
Anna Shvets/Pexels