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A expressão “derretimento das partes íntimas” tem circulado nas redes sociais e é associada ao uso do Mounjaro, medicamento indicado para o tratamento do diabetes tipo 2 e que também vem sendo utilizado para perda de peso
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A formulação apelativa tem gerado dúvidas e preocupação entre pacientes, mas especialistas afirmam que a descrição não corresponde a um efeito colateral específico do remédio e explicam o que, de fato, pode estar por trás dessa percepção
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O Mounjaro, nome comercial da tirzepatida, atua em hormônios relacionados ao controle da glicose e do apetite. Com isso, ele ajuda os pacientes a terem uma perda de peso significativa. É essa redução de gordura corporal que ajuda a entender o porquê do surgimento dessa expressão
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“O termo “derretimento” é utilizado pelas próprias pacientes para se referir à flacidez de pele. Quando a pele fica flácida, dá essa sensação de que está “derretendo”
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A chamada “região íntima” também possui tecido adiposo e, com redução de peso, essa gordura no local diminui, assim como acontece no rosto, braços, abdômen e coxas. Esse efeito não é exclusivo do Mounjaro e pode acontecer com qualquer método que leve a emagrecimento significativo
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Como resolver o problema? “Geralmente, a flacidez de pele é consequência da perda de elasticidade, muitas vezes associada ao chamado ‘efeito sanfona'. Não costuma melhorar espontaneamente com o tempo
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Exercícios físicos melhoram a flacidez muscular, mas não a flacidez de pele. No caso da região íntima, o problema principal é a pele e a perda de volume, não o músculo. Portanto, exercícios não resolvem a flacidez da pele nessa área
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“Temos opções minimamente invasivas, como bioestimuladores de colágeno, preenchimento com ácido hialurônico ou gordura da própria paciente (lipofilling), além de tecnologias como radiofrequência para flacidez”, diz Fernanda Nassar, ginecologista especializada em estética íntima
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As especialistas alertam que, antes de fazer qualquer procedimento estético na região íntima, é importante uma avaliação individualizada. Gestantes, pacientes com infecções ativas e doenças descompensadas não devem fazer nenhum tipo de procedimento
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