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O relato recente da atriz Mel Lisboa, 44, reacendeu um debate importante sobre a saúde sexual das mulheres
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Em entrevista a um podcast, a artista contou que descobriu ter contraído HPV, doença sexualmente transmissível (IST) quando adolescente, após ser traída pelo namorado da época -- diagnóstico que veio durante uma consulta ginecológica e já em estágio avançado
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A experiência, segundo ela, serviu de alerta para os riscos de infecções sexualmente transmissíveis mesmo em relações aparentemente estáveis
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Casos como esse ajudam a levantar uma discussão cada vez mais presente entre especialistas: mulheres heterossexuais podem ser consideradas um grupo vulnerável às ISTs?
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Embora muitas vezes não sejam vistas como população de maior risco, fatores como desigualdade nas negociações sobre uso de preservativo, relações monogâmicas com parceiros que têm múltiplas parcerias, falta de testagem frequente e até mesmo condições biológicas podem aumentar a exposição a infecções
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Uma pesquisa intitulada "Infecções sexualmente transmissíveis e saúde reprodutiva feminina", de Olivia T Van Gerwen, Christina A Muzny e Jeanne M Marrazzo, descobriu que as mulheres são mais afetadas por infecções sexualmente transmissíveis do que os homens ao longo da vida
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