COMBINAÇÃO DE IMUNIZANTES
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Entenda o que se sabe até agora sobre a intercambialidade de vacinas contra Covid
De forma geral, resultados de estudos apontam que a aplicação de vacinas diferentes tem segurança e pode levar ao aumento da resposta imunológica contra a doença
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No entanto, especialistas ressaltam que as pesquisas são preliminares e com grupos limitados. Mais estudos precisam ser feitos para responder qual a duração da proteção com a mistura de vacinas
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Para Celso Granato, pesquisador da USP, a combinação permitirá um avanço mais rápido da imunização: “Quando existe esta possibilidade, é como se você tivesse o dobro de cada uma das doses”
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A intercambialidade não é algo novo e já acontece no Brasil com a vacina da poliomielite, por exemplo. “Mostrou-se que a proteção era muito melhor e principalmente mais seguro”, explica ele
Uma pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que o esquema misto entre as vacinas da Pfizer (RNAm) e AstraZeneca (vetor viral) gerou uma forte resposta imunológica
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O que dizem os estudos?
As doses com diferença de 4 semanas entre si induziram altas concentrações de anticorpos contra o vírus, com os melhores resultados sendo com AstraZeneca seguida da Pfizer
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“O estudo mostrou que intercambiar poderá diminuir o intervalo entre doses, aumentando a proteção da população - não só de uma forma mais efetiva, como também mais cedo”, diz Granato
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Em outra análise, a taxa de eventos adversos ficou um pouco aumentada na combinação entre vacinas diferentes. No entanto, todos os efeitos foram sem gravidade e de duração limitada
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Uma pesquisa na Tailândia, ainda não revisada por pares, mostrou benefícios de usar AstraZeneca e Coronavac: a quantidade de anticorpos produzida foi quase 4 vezes maior em comparação com as duas doses iguais
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