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A obesidade é uma doença crônica definida como o acúmulo excessivo de gordura no corpo. Diversos fatores biológicos e comportamentais estão relacionados ao diagnóstico e podem levar ao óbito
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Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a doença afeta cerca de 1,1 bilhões de pessoas no mundo
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No Brasil, o excesso de peso ultrapassou a hipertensão e se tornou o principal fator de risco associado à saúde, segundo um estudo publicado na revista The Lancet Regional Health – Américas
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O perfil de risco também mudou. Crianças estão entre as que mais recebem diagnóstico de obesidade no mundo. Segundo a OMS, a prevalência da doença nessa faixa etária quadriplicou desde 1990, passando de 2% para 8%
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Entre as recomendações apontadas pela organização estão abordagens integradas que combinem obrigatoriamente intervenções na dieta dos menores, atividade físicas e mudanças comportamentais, em vez de medicamentos emagrecedores e cirurgias
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No entanto, no caso dos adultos, a utilização de produtos a base de GLP-1, como as canetinhas emagrecedoras, ainda são vistos como uma opção quando alinhadas ao acompanhamento médico adequado
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Como evitar essa condição? A alimentação e a atividade física não são os únicos fatores associados à obesidade. Olhar para a doença também envolve analisar o ambiente em que as pessoas vivem, a disponibilidade de alimentos saudáveis, às condições socioeconômicas e psicossociais
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O acompanhamento médico é o mais importante neste processo. Em casos relacionados à ansiedade, transtornos alimentares e baixa autoestima, o ideal é alinhar o tratamento para obesidade em conjunto com os cuidados com a saúde mental
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